sexta-feira, 21 de novembro de 2008
CICLO -NEURO FUNCIONAL DA MÚSICA
Astor Piazzolla Adios Noninos
"para um observador imparcial ouvir música e ouvir material falado podem parecer duas versões do mesmo processo psicológico.entretanto,observações em pacientes portadores de lesões cerebrais locais mostram que a destruição e certas partes a região temporal esquerda leva a um distúrbio pronunciado da escuta a fala(é impossível a discriminação entre sons da fala),mantendo porém a escuta da música intacta,sendo ela importante caminho para buscar-se a reabilitação de alguma forma da área afetada,ou as associadas. Isto significa que processos aparentemente semelhantes,tais como ouvir música e ouvir material falado ,não apenas incorporam fatores diferentes,mas também dependem do funcionamento de áreas bastante diversas o cérebro(Luria,Tsvertkova e Futer,1965) o fato de toda atividade mental ser um sistema funcional passível de ser pertubado em diferentes componentes,requer atentarmos que a extensão dessa pertubação chega ao somático na mesma velocidade em que atinge as áreas neuronais. Temos que estar buscando constantemente novas maneiras de processarmos a análise neurofisiológicas,somáticas. O neuropsicólogo R.J.Zatorre (2004) defende que a música pode ajudar na compreensão desses processos mentais;"Ouvir e produzir música implica misturas cognitivas,pois requer mecanismos complexos auditivo,atenção,memória,integração sensório-motora". O Efeito Mozart é o resultado dos cientistas Francis Rauscher e Gordon Shaw(Univ.Califórnia),onde um grupo de alunos (com sérias dificuldades em atenção voluntárias que comprometiam o raciocínío exato), escutou por 10 minutos a Sonata para dois pianos em ré maior,de Amadeus Mozart,apresentou melhora significativa no aprendizado,em relação ao segundo grupo em que buscavam outras alternativas. Esses estudos foram geridos com músicas eruditas e apresentaram melhoras inclusive em trabalhos com obesidade mórbida,mal de parkinson e afasias. Tem sido recomendado para os pacientes com comprometimentos depressivos ,mesmo sem nenhuma pretensão artística,dedicar-se ao aprendizado musical de forma mais séria: alivia a tensão do dia-a-dia;percepção auditiva e raciocínio(apresentam queda substancial na depressão) desenvolve a memória;o hábito da leitura de partituras ,treina a interpretação de signos e símbolos que contribuem para a formação do pensamento matemático(principalmente na infância);estimula a expressividade,consciência de sensações e o relaxamento afasta o foco depressivo e aceitação em colaborar com o psicoterapeuta passa a ser satisfatória.É inclusive fator coadjuvante da nutricionista já que o grau de ansiedade diminuído , permitindo assim , melhor conjugações alimentares.
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