quinta-feira, 18 de junho de 2009

CÁSCARA SAGRADA É UM PERIGO!


NA MAIORIA DOS REMÉDIOS PARA O EMAGRECIMENTO ESTÁ CONTIDA
A CÁSCARA SAGRADA.
ELA FOI DESCRITA PELA PRIMEIRA VEZ EM 1814 VEM SENDO BASTANTE INDICADA PARA PRISÃO DE VENTRE, AO INVÉS DO PACIENTE BUSCAR UMA NUTRICIONISTA PARA UMA BOA REEDUCAÇÃO ALIMENTAR,MAS
POR AI PASSAM NOSSOS COSTUMES
A UNIVERSIDADE DE CAMPINAS FEZ RECENTEMENTE UM ALERTA SOBRE
O USO SISTEMATIZADO, INCLUSIVE COMO COADJUVANTE NO EMAGRECIMENTO.
DIÁRIAMENTE INGERIDA, ELA PREJUDICA AS TERMINAÇÕES DO SISTEMA NERVOSO ENTÉRICO.
TEM SIDO USADO INCLUSIVE EM JUNTO COM SUPLEMENTAÇÕES, MAS QUE NÃO CHEGARAM A SER ACOMPANHADOS SEUS RESULTADOS.
MAS ACREDITA-SE QUE COM A IRRITABILIDADE QUE A MESMA VAI CAUSANDO ,TORNA FREQUENTEMENTE O TRÂNSITO INTESTINAL MAIS RÁPIDO NÃO FAVORECENDO O TEMPO HÁBIL PARA NUTRIENTES QUE EXIGEM UM DETERMINADO PERÍODO PARA ABSORÇÃO.
ALÉM DESSE FATO, AO DESABILITAR AS SINAPSES ENTÉRICAS PARA PRODUÇÃO NATURAL DO PERISTALTISMO(AS CONTRAÇÕES PARA SE IR AO BANHEIRO),O ÓRGÃO PASSA A FICAR DEPENDENTE DO MEDICAMENTO PARA QUE FUNCIONE,CAUSANDO ENTÃO PRISÃO DE VENTRE PELA FALTA DOS IMPULSOS VISCEROCEPTORES QUE DEIXARAM DE AGIR.
TOMADA ESPORADICAMENTE (MAS SÓ NESSE CASO) NÃO OFERECE RISCO
AS GRÁVIDAS DEVEM PASSAR LONGE :É ABORTIVA
SEUS EFEITOS PASSAM TAMBÉM PARA O LEITE MATERNO, PROVOCANDO CÓLICAS NO BEBÊ.
OUTRA OBSERVAÇÃO FEITA PELO O ESTUDO NA UNIVERSIDADE PAULISTA PARA OS ADEPTOS DE COMPRA A FOLHA .SEU ENVELHECIMENTO DE PELO AO MENOS 1 ANO ,OU PERMANECER EM ESTUFA A 100º CELSIUS É QUE A TORNAM REMÉDIO.ENQUANTO NOVA É TÓXICA E INEFICÁZ..
PORTANTO CÁSCARA SAGRADA É REMÉDIO!!!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

CARNE VERMELHA:EVITE O MÁXIMO.............



Ingestão de carne vermelha está relacionada à maior prevalência de doenças cardiovasculares e de diversos tipos de cânceres. Consequentemente, também tem ligação com o aumento do risco de morte. As conclusões acima são do estudo Red and Processed Meat Intake Linked to Mortality, publicado recentemente na revista Archives of Internal Medicine.Após acompanhar 332.263 homens e 223.390 mulheres, o registro de mortalidade por todas as causas foi estatisticamente significativo nas pessoas com maior ingestão de carne: 31% maior entre os homens e 36% maior entre as mulheres. Na avaliação de mortalidade por câncer, percebeu-se um aumento de 20% nos indivíduos com elevada ingestão de carne vermelha.
No caso das doenças cardiovasculares, o aumento foi de 27% para os homens e 50% para as mulheres.Há diversas hipóteses para tal associação. O dr. Eric Slywitch, docente dos cursos de especialização do GANEP Nutrição Humana, explica que a própria composição da carne, por seu maior teor de gordura saturada e ferro heme; a formação de compostos durante o seu aquecimento (hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, aminas heterocíclicas mutagênicas, mutagênicos N-nitroso); e os conservantes utilizados na preservação (nitritos) podem estar ligados ao aumento do risco de desenvolvimento dessas doenças.Segundo o nutrólogo, fatores como sedentarismo, tabagismo e obesidade, associados ao consumo de carne, aumentam a suscetibilidade. Também colaboram para isso a hipercolesteolemia, a hiperinsulinemia ou diabetes, atividade inflamatória elevada, níveis elevados de homocisteína e de ferro, antecedentes familiares para tais doenças, baixa ingestão de alimentos de origem vegetal (frutas, verduras, legumes, cereais integrais e feijões), entre outros. Os carnívoros inveterados não têm muitas alternativas para se prevenir dos problemas decorrentes. “Cozinhar a carne em água ou comê-la crua seriam as duas formas que não se associam ao crescimento do risco de câncer de intestino. Mas, considerando todos os riscos no geral, o ideal é consumir o mínimo possível (menos de 20 gramas por dia) de carnes processadas ou, se possível, não consumir. O mesmo serve para churrasco, grelhados e outras formas não cozidas ou cruas”, afirma o dr. Slywitch.Dieta vegetarianaAinda de acordo com o dr. Slywitch, a falta de carne na rotina alimentar não traz prejuízos nutricionais ao organismo. “Se a pessoa tem uma dieta diversificada, com alimentos vegetais em quantidade e qualidade adequadas, a redução ou retirada da carne não trará impacto negativo. Ao contrário: muitas vezes, essas pessoas relatam melhora na disposição e na digestão. A medida só tem impacto negativo se a alimentação não for equilibrada”, alerta.O aspecto psicológico também pode interferir no processo de retirada da carne. “Pessoas que acreditam que a carne é necessária à saúde ou que gostam de sentir o estômago pesado após a refeição podem se sentir fragilizadas. Mas é emocional, não orgânico”, finaliza.


Bibliografia(s)Medscape. Red and Processed Meat Intake Linked to Mortality - 26 de Março de 2009. Disponível em http://www.medscape.com/viewarticle/590211. Acessado em 04/06/2009.National Cancer Institute. Disponível em http://www.cancer.gov. Acessado em 04/06/2009.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

EXERCÍCIO ESTIMULA NASCIMENTO DE NEURÔNIOS.


Você no sofá pode não acreditar, mas fazer exercício é tão bom para o cérebro que até camundongos preferem se mexer a ficar parados. Nós, humanos, não somos diferentes. Quando conseguimos vencer a preguiça e encontramos um exercício prazeroso, gostamos tanto que sentimos falta dele. A atividade física, quando é desejada, ativa o sistema de recompensa. Por isso, gostamos do exercício. Gostar de atividade física é muito útil para animais, como nós, que precisam se mexer para sobreviver, mesmo que o esforço exigido nos dias de hoje não se compare ao de nossos antepassados para conseguir o jantar. A neurociência aprendeu, nos últimos anos, que exercício físico é um excelente tratamento para o cérebro, por pelo menos cinco razões. Primeiro: quem faz exercícios físicos regularmente tem um risco menor de sofrer pequenos e grandes acidentes vasculares cerebrais, que colocam a mente e a vida em perigo. Isso acontece, porque o exercício melhora a saúde cardiovascular, o que beneficia também a irrigação sangüínea do cérebro. Segunda razão: além de estimular o sistema de recompensa, o que nos deixa satisfeitos e até eufóricos durante o esforço, o exercício faz o cérebro produzir prolactina, um hormônio que tem ação calmante, e endorfinas, que colaboram para o aumento do prazer e ainda reduzem a dor. A razão número três é que, ao usar os músculos, o exercício dá fim a toda aquela tensão acumulada. O corpo, finalmente, relaxa e isso acalma também o cérebro. Por isso, o jogo de bola ou a academia no fim do dia é desestressante. Quatro: o exercício faz aumentar a atividade do sistema nervoso parassimpático, aquele que promove a digestão e o crescimento, protege o coração, e ainda age como um freio contra o estresse, a longo prazo. Mas a grande novidade mesmo é a quinta razão. O exercício físico favorece algo que, até recentemente, se achava impossível: o nascimento de neurônios novos no cérebro, mais precisamente no hipocampo. Durante o exercício, o fígado produz uma substância que cai no sangue, entra no cérebro e faz o hipocampo produzir outra substância, o BNDF, que estimula o nascimento de neurônios. O hipocampo é responsável pela formação de memórias novas. O exercício, ao aumentar o número de neurônios novos, melhora a nossa memória. Recapitulando: o exercício protege o cérebro de acidentes vasculares, aplaca a dor, alivia a tensão do corpo e acalma o cérebro, desestressa a curto e a longo prazos, melhora a memória e ainda dá prazer. Então? Que tal começar a se exercitar?

Neurocientista Suzana Herculano Houzel